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Paran Silos

Terça-feira, 03 de março de 2020

Cooperaliança prevê inaugurar frigorífico no primeiro semestre

Fundada há 12 anos em Guarapuava, com cooperados em todas as regiões do Paraná e já tendo alcançado espaço no mercado de carne nobres no estado, a Cooperaliança se prepara para mais uma etapa decisiva em sua trajetória: conforme disse o presidente da cooperativa, Edio Sander, em entrevista no último dia 3 de fevereiro, a diretoria prevê ainda para o primeiro semestre de 2020 o final da construção e a inauguração de uma unidade industrial, no distrito de Entre Rios.

Com investimentos em torno de R$ 63 milhões, as instalações, de cerca de 75 mil metros quadrados, abrigarão um frigorífico, os escritórios dos projetos Bovinos e Ovinos e o departamento administrativo, que assim como todos os outros serão transferidos para o novo local. “Tivemos um projeto inicial, elaborado lá em 2014, e que passou por uma revisão bastante significativa em 2016. Isso fez com que tivéssemos de mudar o nosso cronograma. Mas a obra realmente começou a acelerar a sua execução em 2019 e esperamos que agora, em meados de 2020, ela esteja concluída. Todos os prédios estão em fase final”, observou Sander. O empreendimento, acrescentou, representará um avanço nas atividades desenvolvidas até agora: “É uma nova fase da cooperativa. Trabalhamos muito para chegar neste patamar e isso graças ao empenho de todos que estão diretamente envolvidos aqui, diariamente. Mas também graças ao empenho e à confiança dos cooperados”.

Porém, comentou o presidente da cooperativa, não é só o tamanho em si do frigorífico que chama a atenção: a tecnologia utilizada, segundo ele, contém o que existe hoje de mais atual, desde o conceito do fluxo do trabalho até os materiais utilizados na construção. “O que existe de mais moderno hoje na indústria frigorífica em nível de Brasil está aqui dentro”, disse, mencionando ainda que a indústria possui área de convivência para colaboradores e local para reuniões e eventos. Com isso, antecipou, a Cooperaliança espera não só verticalizar ela mesma a produção dos cooperados, mas também uma expansão no volume de abates: “Vamos partir de mais ou menos 40 mil cabeças de bovinos e 8 mil cabeças de cordeiro neste primeiro período, que seria o segundo semestre de 2020 e o primeiro semestre de 2021. Nossa meta é, em 2025, dobrar esta produção e alcançar a capacidade máxima da indústria”, concluiu.  

 

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